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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Folclore da Paraíba [Lendas]







Folclore da Paraíba
LENDAS, DANÇAS E FESTAS, CANTIGAS DE RODA E COMIDAS TIPICAS

Cotaluna
É o fantasma do rio Gramame, em João Pessoa, Paraíba.
Pelo inverno é uma sereia, meio mulher, meio peixe, sem cantar, mas arrebatando os descuidados banhistas e mutilando-os, como o velho Ipupiara do séc. XVI. “Há quem fale até na sua antropofagia”, escreveu Ademar Vidal, revelador desse peixe tropical. Seu aparecimento, mulher branca, cabelos negros, olhos sedutores, pintam a sereia, a ondina, a Mãe-d’Água, emigrada de terras distantes e aqui amalgamada com o bruto Ipupiara, devorador de afogados.


Flor-do-Mato
Um dos nomes do Caipora-fêmea no folclore da Paraíba. Tem os mesmos atributos de guiar a caça e gostar de fumo. “Só favorece ao pobre caçador, quando por sua vez se vê beneficiada em alguma coisa. Não o sendo, fica sumítica, irada, e se vinga escondendo a caça, afugentando-a para longe, gostando de brincar, debicando ou fazendo com que o homem se canse e nada consiga.
Depois assobia, vaiando. Chega até a dar boas e gostosas gargalhadas de deboche... Para fazê-la mansa, para fazer flor (boa e ajudando gente), é necessário levar no bornal uma lembrança, que se bota num pé de pau e ela vai buscar. E como sei que Flor-do-Mato gosta muito de fumo .


Mingusoto
No folclore da Paraíba é um fantasma aterrador, habitando a capital do Estado.
Mingusoto é informe e aterrador. É uma espécie crescida do alma-de-gato, que amedronta as crianças. Mingusoto, infixo, desmarcado em sua influência, é infinito nas manifestações que o pavor multiplica. Dizem-no senhor dos elementos, águas vivas dos rios, águas mortas das lagoas e barreiros. Mas já está com os elementos europeus deturpadores.

Um comentário:

Nathan Loka disse...

uma merda nem sei pq faz isso se afunda no poço mlk